O dia de domingo começou no Minhocão. A Cavalera, que já desfilou nas margens do rio Tietê em 2008, fez aquele tipo de desfile que deixaria qualquer um de boca aberta. E com um orgulho tremendo de ser paulista. Aliás, ninguém melhor do que a Cavalera para estampar a cidade em suas roupas. O desfile foi superjovial e moderno, ora com referências às peças chaves dos anos 1970, como – tchanam! – a jaqueta/colete jeans, ora mais século XXI do que nunca, com a incrível, desejável, amada, idolatrada calça saruel da segunda foto. Aliás, da segunda foto eu quero tudo: o chapéu, a camiseta espetacular, a calça e o tênis. As roupas são feitas para pessoas que saem na rua, se divertem e sabem curtir mesmo a cidade.

O desfile foi tão bom que eu não conseguir me expressar com somente uma foto. Então: Cavalera… As calças e bermudas têm um corte diferenciado, são largas, dão uma sensação de conforto extremo, as camisetas são mais ‘jogadas’ pelo corpo, de vez em quando aparece um pouco de tie-dye por aqui, nuvens por ali, listras, manchas… E, por fim, um dos looks mais bonitos que eu vi nessa SPFW inteira: o menino de colete. A calça faz uma fusão de tecidos que não dá para entender onde ela termina, tem um gancho, fica suspensa (logo, os baixinhos devem tê-la no armário, repare como a cintura do garoto ‘subiu’). A camiseta totalmente hippie, misturada com toda a composição restante e aquele cinto amarelo no meio sendo o foco do visual? Putz, como eu te amo, Cavalera. Desfile lindo, com peças queridas, composições perfeitas, formas misturadas, desenhos, e muita São Paulo, que é cinza, mas ontem amanheceu beeeem coloridinha!

Depois da Cavalera, veio Ronaldo Fraga confirmando que Deus é, definitivamente, homem. E fez os domingos para a gente descansar e ver as melhores roupas do mundo nas passarelas! Ronaldo Fraga nunca decepciona e sempre faz um desfile impecável. Desta vez, não foi diferente. Com personagens da Disney, o cara tentou mostrar a força e influência que os norte-americanos têm em nossa cultura. Isso tudo misturado com rituais do México. Dá para sacar? Ronaldo fez, para os meninos, roupas de meninos.

O desfile conseguiu dar um tom casual a todos os looks, com bermudas cheias de formas e camisões desenhados. As roupas não definem silhueta, mas possuem uma estrutura invejável. São largas, possuem alguns dropeados pra cá e pra lá, dão um charme único para um homem que é moderno e bem vestido. Detalhe na maquiagem do rosto. Smack!

Mário Queiroz, o primeiro desfile só com roupas masculinas desta SPFW, colocou na passarela de tudo um pouco: a gente tem blazers, sungas, camisões, bermudas e tudo mais. A coleção começou um tanto quanto ‘mauricinho’, com looks formais e “Paris” demais. Um pouco de transparência em algumas blusas, xadrezes, listras e risca de giz. É aquilo que faz parte do armário de qualquer um. Após ver alguns modelos bem  arrumadinhos, podemos ver algumas bermudas e umas blusas totalmente decotadas fechadas por um laço na cintura. Total tendência.

Na hora da praia, o homem de Mário Queiroz usa suas bermudas floridas (eu sou contra!) e sungas – se você tiver um corpo legal para isso. Mesmo nesse momento de prazer e descanso, onde o visual é um tanto quanto despreocupante, Mário colocou no homem todo um charme do rio Sena. São roupas para quem faz o estilo Chuck Bass, o personagem do seriado Gossip Girl. Esse usaria todas as peças. E com orgulho.


Oi Chuck, você vem sempre aqui?

Por fim, no domingo da gente, veio Lino Villaventura com um desfile meio Caminho das Índias, meio FuerzaBruta. Homens com os rostos cobertos, camisões deixando o braço de fora, lenços ao redor do pescoço, maquiagem escura… Lino colocou na passarela algumas transparências, várias sobreposições, apostou no lenço como peça chave para os meninos e conseguiu deixar o homem com um jeito bruto, malvado. No final, os meninos se depararam com dois macacões: um na padronagem clássica, outro com um imenso decote em V. Basta ter coragem.

Depois de um domingo assim, fica difícil alguém fazer melhor. Mas hoje a gente fecha a SPFW com Alexandre Herchcovitch e um dos desfiles mais esperados da estação. Beijo!

Fotos do Chic e do iG Moda.

Já que ontem não rolou desfile para meninos (tô falando de roupas, porque mulher é o que não faltou!), vamos mudar um pouco o rumo… Para quem é sortudo e já teve a chance de viver uma São Paulo Fashion Week, sabe o que é amor a primeira vista. Antes, quando você só vê a coisa pela televisão, acha que é tudo uma grande besteira e que não tem graça nenhuma. Porém, quando você coloca os pés dentro da Bienal, bem, o encantamento é instantâneo: gente bonita pra cá, gente com roupa estranha pra lá, brindes, lounges incríveis, desfiles, modelos, correria, celebridades. O evento de moda ganha importância, se torna algo ‘gostoso’ e, depois, só dá vontade de ir de novo.

A minha primeira SPFW foi assim: aqui pelo iG, me credenciaram. Eu, que não tinha nada a ver com moda e estava nos meus belos 19 anos, esperei chegar o sábado para ir com uma amiga, a Francine. Peguei a roupa mais ‘estilosa’ que tinha no guarda-roupa e fui. Era junho de 2007, desfiles da coleção primevera/verão 2008. Fui de camiseta de manga cumprida e passei um calor terrível lá dentro. Lembro até hoje: a calça preta listrada, tênis Adidas branco, camiseta branca de manga cumprida sobreposta por uma preta de manga curta. Comecei mal: errei na roupa. Enfim, ao chegar, logo corri ao lounge do iG para ver os amigos. Depois, fui conhecer o ambiente. Passei pelo lounge da Melissa, da Doc Dog, andei na sala de imprensa, vi umas exposições que rolavam por lá, descansei na rede, peguei brindes… E eis que a Francine, me puxou correndo para entrar em um desfile que ia começar. Eu acompanhei. Naquela época, com a credencial “Equipe TV”, consegui ficar de pé, ao lado do pit dos fotógrafos, esperando o desfile começar.

Apagaram-se as luzes. Começou uma música altíssima. Era o desfile da Cavalera, que trouxe looks roqueiros para a passarela. Lembro do meu sorriso, da excitação, da sensação de assistir, ao vivo, os modelos desfilando. Ainda nessa SPFW, me jogaram para fazer uma entrevista momentos antes de um desfile com a Ellen Rocha. Eu, jornalista de primeira viagem, que nunca havia feito uma entrevista com ninguém antes… Bom, o resultado você vê aí embaixo (vergonha!).

Por fim, fiquei para ver o desfile de Ronaldo Fraga. Lembro que foi a coisa mais linda que já tinha visto na vida: a passarela tinha uns pássaros de papéis pendurados e, ao vivo, Fernanda Takai, do Pato Fu, fez a trilha do desfile. Fiquei deslumbrado, aplaudi e gritei. E também tirei foto, é claro, que é aquela que você vê lá em cima, ao lado da minha com Francine, tomando águas Perrier, que eram grátis. Também tomei alguns pró-secos e energéticos na Doc Dog, mas isso não vem ao caso.

Fui embora com gostinho de quero mais, queria voltar, e assim foi… Na outra, fui mais vezes, e daí me apaixonei pelo vício de comprar roupas. Por isso que hoje eu estou no SPC. Culpa da SPFW.

E você, já foi em alguma semana de moda de qualquer lugar do mundo? Conta aí nos comentários a experiência?

18 Jun 2009

A SPFW dos meninos

A 27ª edição da São Paulo Fashion Week começou ontem e já trouxe tudo aquilo que a gente mais gosta: roupas, muitas roupas, e Gisele Bündchen. Querendo ou não, a gente sempre acaba esperando o desfile da Colcci para ver a übbermodel. Desta vez, no entanto, a grife acrescentou ao seu elenco Jesus Pinto da Luz, o santo que teria pegado Madonna em sua passagem pelo Brasil. Se pegou ou não, não me importa, o que importa é que o cara fez a fina nos bastidores, não quis falar com ninguém e, dizem as más línguas, recebeu 1/4 do cachê de Gisele para fazer duas entradas na noite de ontem. Antes, o cachê dele era de R$ 400. Mas vamos ao que interessa: as roupas.

A Osklen abriu a SPFW. Eu, fã descarado e que queria ter todas as roupas da grife, sempre espero pelo desfile cor de areia e roupas de mendigos chiques. Desta vez, quase caí da cadeira. A Osklen quis levar para a passarela algo como o Carnaval, com roupas coloridas e cheias de brilho. Oskar Metsavaht trouxe roupas confortáveis, sobrepostas,  transparentes e desestruturadas. Eu deixo a dica para a Osklen: o seu forte é preto, cinza, moletom e cor de areia. Não gostei do desfile. Lembrando: é a MINHA opinião. O bom é saber que eu não vou gastar um real com a Osklen por um booom tempo…

Depois do desastre Osklen, veio a V.Rom. Ah, e como veio. A V.Rom começou com um desfile branco e depois encheu a passarela de cores. A ideia é acabar com o clássico da roupagem masculina e inovar, desfiar, desestruturar, recortar. Coletinhos coloridos, listras, decotes, algumas roupas conceito demais, outras que cairiam como uma luva nas araras e… Jaquetinha jeans, que, pelo jeito, vai estar com tudo no verão!

Por fim, a Colcci. Vamos lá, a Colcci é conhecida pela Gisele. É assim que a marca consegue chamar a atenção da mídia nacional e internacional. As roupas, no entanto, nunca foram o seu forte. Problema, né? Nesta temporada, no entanto, parece que por uma graça divina (e não por Jesus Luz), a Colcci acertou. Muito xadrez, que permanece forte, cores, transparências, short descolado, cortes desestruturados (aliás, desestruturar é o novo preto, né?), camisetas decotadas e cardigãs. Gostei, gostei bastante, usaria tudo e sairia feliz pelas ruas. Colcci poderia deixar Gisele, Jesus e só ficar com Rodrigo Hilbert, que sempre faz bonito, e economizar uma graninha. Pronto, falei.

PS. O peito de Jesus é falso?

E aí que um dos jogadores de futebol mais cobiçados de todos os tempos apareceu, há alguns dias, assim: com esse short branco, essa camisa azul bebê e esse boné cor de rosa. Bom, novidade não é, Cristiano já tem um histórico fashionista que dói os olhos. Vamos à retrospectiva?

Foto 1 – Ok, essa passa. A camiseta regata azul e o short vermelho dá a idéia de atleta, malhação, futebol e essas coisas. Sem problemas até então…

Foto 2 – Bom, é difícil achar alguma foto desse cara com uma camisa por aí, então a gente pode avaliar o short. Tá na moda? Tá tentando fazer pegar? Para a praia: short, bermuda ou sunga?

Foto 3
– Aê! Vestiu uma roupa. A camisa e a calça estão normais, nada demais. No entanto, eu não usaria um cinto com estampa de cobra e colocaria a camisetinha para dentro, não, viu?

Foto 4 – ACERTOU! Brasil, ele saiu normal na rua. A camisa para fora da calça dá um charme, embora eu não goste. Só muda esse cabelo. Bom, ninguém é perfeito, né?

Foto 5 - Quero um sweater vermelho já! Mas, como já disse, eu colocaria a camisa para dentro da calça.

Foto 6 - Em 2006, quando ele se vestia sem querer chamar atenção, o cabelo não tinha luzes e um corte legal. Por que a decadência, Cristiano?

Enfim… Depois de toda uma avaliação sobre o astro futebolístico, vamos ao que interessa: o short. Primeiro, caracterizando o short: é uma peça do vestuário que serve tanto para homens quanto para mulher, tem o nome inglês (short = curto) e, tchanam, as diferenças que você não sabia: short fica acima do joelho, tem elástico – ou cordão – na cintura e não tem bolsos. O resto, bom, o resto é resto. Short é assim e pronto. Como é de se esperar, o short, geralmente, é utilizado em modalidades esportivas. E por lá eles deveriam ficar…

Alguns estilistas estão inserindo a peça em suas coleções, mas eu acredito que essa moda não pega. Cristiano tem tentado fazer todo mundo usar, mas ele sempre cai no ridículo. Bom, se pegar, já fique com as dicas, né?

Short é para ser usado no verão, para refrescar. O modelo jamaican é o mais clássico, que vai até a altura do joelho. Os de Cristiano Ronaldo levam o nome de hot pants, que, bom, é para mostrar as pernas todas. O que eu recomendo? Jamaican, sempre, eles são normais, não gritam por atenção e, se usados combinandinho, dá até para criar um look legal. Porém, infelizmente, esse modelo pede um pouco mais de atenção de quem for usá-lo. Se você tiver as pernas muito longas, não arrisque. A impressão que você vai passar é, de, bem… Pernas MUITO longas. Ah, se a sua perna for muito fina, também não aposte em jamaicans não, prefira uma bermuda mesmo. Para os baixinhos, o jamaican mesmo. Shorts compridos, no seu caso, vai te deixar mais pequeno ainda.

O mais importante na hora de se usar um short: o pé. Meias altas NÃO! Sério, não deixe, de forma alguma, a meia aparecendo. Recomendo tênis sem meias, ou, se gostar, use uma soquete mesmo. Sandálias, chinelos e afins combinam, sempre. Daí tudo depende do look que você quer, né?

Mas me diz: você usaria o shortinho do Cristiano Ronaldo? Hein, hein, hein?

Casamentos, festas de 15 anos e várias outras ocasiões. Ser convidado para ir a uma festa dessas é sempre muito gostoso, porém, homem nunca sabe o que usar. Quer dizer, isso se você algum dia já pensou em sair do padrão ‘terno-blazer’, né? Mas antes de tudo, você precisa saber qual é a diferença entre cada um deles. Lá vai:

Um paletó faz parte de um terno e, por causa disso, vem com uma calça e até um colete no mesmo tecido, mesma cor e padronagem. Ou seja: é um conjuntinho. Um blazer já é uma coisa mais informal, que vem sozinho e não tem, por exemplo, uma calça idêntica e obrigatória de uso. Outro diferencial do blazer é a padronagem de corte, que não existe. Ele pode ser mais comprido, curtinho, e a modelagem dele pode ser mais justa do que a de um paletó (lembrando: blazer muito longo é igual à impressão de pernas muito curtas). Enfim, um blazer dá um espírito de ‘leveza’, de ‘não tão formal’.

Agora que você já sabe o que pedir na loja, vamos às dicas. Por incrível que pareça, a combinação camisa branca e terno preto nunca está fora de moda. E ela sempre pode ser renovada. Para começar, um terno é algo mais formal e, se você quiser, pode ser utilizado com uma gravata. O blazer é recomendável para ocasiões mais casuais, sem a necessidade de ir totalmente formal e combinandinho. Se quiser arriscar aqui, use o blazer e uma camisa branca em cima e um jeans embaixo. A combinação é arriscada, mas pode dar certo.

Exemplo de blazer com jeans. Repare no comprimento do blazer e na camisa por dentro da calça. Ah, o sapato dá um “quê” ao look, também.

O blazer pode ser usado com qualquer coisa que você quiser (claro, com um pouco de senso, né?). Eles, quanto mais desestruturados, melhor. Vestiu um paletó ou um blazer? Outra preocupação: os botões. Nunca – mas nunca mesmo – feche o último botão. Deixe-o sempre aberto. E, quando sentar, abra todos. Se você usar um paletó ou blazer de três botões, use a famosa regrinha do ‘às vezes, sempre e nunca’. Entendeu?

Agora, vem cá. Três botões é tãããão 200-sei-lá-o-quê! Se você for comprar uma roupa, prefira os paletós e blazers com uma abetura maior e com menos botões. Dois são ideais. Se quiser ousar demais, compre um com somente um botão. Aí, tudo o que você precisa fazer é vestir um cardigã bacana por baixo, uma gravata skinny e sair abalando. Se a sua roupa tiver dois botões, o de cima sempre é abotoado e o debaixo nunca é.

E a gravata? Skinny está na moda. Super na moda. Então prefira uma assim. Acho bonita e vintage. Gravata sempre tem que estar com o nó bonito e retinha, tá? Feche toda a camisa e bote o acessório lá. Dá um look bonito.

Como a ocasião sugerida aqui é social, você pode apostar um pouco nas cores. Aproveite o inverno e compre cardigãs coloridos para botar debaixo da roupa. O look perfeito? Um terno escuro (do tipo preto, com risca de giz), a silhueta justa, uma camisa branca, uma gravata skinny, a calça combinandinho e… O sapato. Já reparou como sapatos pretos de bico fino brilhantes estão na moda? Por que não ter um? Eu super tô querendo e não acho. Sapato o qual você pode utilizar com qualquer roupa que você tiver no armário. Ele vai bem com tudo.

Depois, na festa, provavelmente, você poderá deixar de lado o terno, alargar a gravata, tirar o cardigã… Bom, você vai saber quando parar. =P

E aí, alguma dúvida?

Você é daqueles que adora comprar, mas tem a maior preguiça de ir até o shopping e ficar passeando entre tantas vitrines lindas, até se descontrolar e estourar o cartão? A dica, então, é aproveitar a comodidade da internet e fazer compras online. E o melhor: tem roupa pra caramba pela rede!

Para você que curte várias marcas, dos mais variados estilos, mas não aguenta com os preços altíssimos, uma boa dica é a Coquelux, um site de e-commerce de luxo que funciona como um clube onde os sócios ganham descontos de até 70% em peças exclusivas e pré-lançamentos. O legal da Coquelux é que eles disponibilizam, a cada semana, novas oportunidades de compra. É sempre assim: uma marca por vez, por tempo limitado. Esta semana, a partir de amanhã, 29, até o dia 1 de maio, a Gola, marca masculina de sportswear da Inglaterra, é a grife da vez.

Por lá, por exemplo, você poderá encontrar o incrível tênis 40th Harrier (uma edição comemorativa dos 40 anos de sucesso do modelo) por R$ 250,00 (o preço dele é R$ 414,00)! E sabe o que é mais legal? A equipe da Coquelux deu uma mãozinha para os leitores do Sem Paletó e abriu um link para vocês se cadastrarem! Aproveite, porque o clubinho é fechado e não é qualquer um que pode participar, não. Basta escolher um e-mail e uma senha e pronto, você já faz parte e pode comprar sem parar, rs.

Outra opção para roupas online é o site da loja de Alexandre Herchcovitch, que disponibiliza toda a sua coleção para venda pela web. No site, você pode escolher a peça, a cor e o tamanho e ainda visualizar em detalhes o que você está comprando. Os preços, geralmente, são iguais aos da loja, mas vira e mexe rola uma liquidação bacana por lá.

Recentemente, a Osklen também lançou uma loja online, mas ela não é tão completa e cheirosa como uma loja física, não. No site você encontra algumas peças de coleções passadas e atuais da grife.

Outra graaaande opção é a Khoris, que vende várias marcas pela web. Obra, Eastpack, Zapälla e Forester são algumas das marcas disponibilizadas. O legal é que é uma loja completa, ou seja, tem tênis, camiseta, calça, cinto, meia e cueca! Uma delícia de navegar.

Agora, se você gosta de camisetas, prepare-se, a lista é grande e custa cara. O primeiro site indicado, é claro, é o da Camiseteria, um site em que as estampas são feitas tanto pelos usuários quanto pelos designers. As camisetas são de ótima qualidade e os desenhos são sensacionais.

Mais: Conto Do Vigário, um site com várias camisetas fofas e bonitinhas; JAEH!, estampas divertidas e tecido de qualidade; Needles & Pins, para quem gosta de coisas vintage; Sound & Vision, para achar estampas de bandas e filmes e a Obra, um dos melhores sites com as estampas mais bacanas.

Se você possui um cartão internacional, eu recomendo, com todas as minhas forças, a Asos. É a melhor loja do mundo! Você pode comprar blusões lindos, pode comprar cuecas, pode comprar cardigãs, pode comprar calças sociais, calças de pijama, calças para ir para a balada… Enfim, tem de tudo e, vez ou outra, eles fazem umas promoções que valem muito a pena. E o frete nem pesa tanto. Ah! A Amazon também possui uma boa seleção de roupas, mas essa você acaba pagando um bom preço pelo frete.

Quese me esqueci da loja Vírus, uma deliciosa loja do Sul que vende os melhores tênis do mundo: All Star. Sõ centenas de modelos, de todos os tamanhos e cores, para você se acabar. Afinal, quer coisa mais bonita e estilosa do que tênis?

Para quem gosta de comprar cuecas, a Aussiebum, um site australiano, possui as opções mais criativas, cheias de desenhos e tecidos. Se você curte as cuecas da Calvin Klein, Diesel, Hugo Boss e afins, recomendo o International Jock, que faz uma ótima seleção de underwear.

Agora basta saber se você vai ter limite no cartão para tudo isso! Gostou? Se você conhece mais alguma loja de roupas online, indique aí nos comentários!

Fotos de Eládio Machado

Sabe aquela sua calça de moletom que você usa para dormir – e adora? Ou aquela blusa cinza malhada que você ama colocar em dias bem frios, quando você está sozinho tomando um café e assistindo televisão? Pois é, desperdiçou a peça chave do inverno de 2009: o moletom.

Cheios de novos cortes e modelos, o tecido é a grande aposta de várias grifes para 2009. Por ser básico e confortável, ele está mais na moda do que nunca. Mas se você acha que só vai ver nas araras as clássicas calças e blusões, errou. O tecido largou o seu formato original para ganhar outras modelagens, como vestidos, ternos, calças modernas, calças saruel, bolsas, saias…

Para quem não foi bobo e guardou no armário aquele blusão com o Mickey desenhado, estará mais na moda do que nunca. Além de moderno, o personagem ainda dá um look retrô, rs. Se você jogou fora, corra para um brechó!

Como usar? Da forma mais simples e gostosa do mundo: calças de moletom com camiseta, calças de moletom com blusas de nylon, calças de moletom com blusões de tricot. Tudo, tudo, tudo combina. Na última SPFW, a Osklen veio com uma coleção cinza, com formas e texturas diferentes, mas sempre com o mesmo tecido, o moletom. Se você quer ter algumas idéias, pode ver as fotos do desfile aqui.

O bom do moletom é que você acha uma peça em qualquer lugar. Lojas de esportes são uma boa pedida para quem procura algo básico e confortável. A Osklen, como já dito acima, é a melhor opção se você quer roupas modernas. Agora, para quem gosta de estar na moda de forma básica e sempre permanecer bonito, corre para a Mandi do Shopping Market Place e procura as roupas da Abercrombie. Estas garantem qualquer visual.

Eu, que há muito tempo vinha querendo um short de moletom e não achava, comprei uma calça por R$ 29,90 e cortei! Pensei que ia ficar desproporcional, mas acabou ficando sensacional. A tesoura desfiou a área do corte, que deixou a barra um pouco torta, com linhas soltas. Uma peça única!

E você, usaria roupas de moletom com frequência? Comenta!

Foto 1: Cardigã da Burberry
Foto 2: Cardigã da Topman
Foto 3: Do blog C’est Hypercool, cardigã da Reserva

Ok. Eu tenho uma queda por cardigãs. Acho lindo o look retrô que essa peça cria, meio que fazendo eu me lembrar das roupas do meu avô. Para quem não sabe ou não conhece, um cardigã é um tipo de casaquinho abotoado, muito usado lááá nos anos 1960 e que se aposentou das araras por um bom tempo. Até agora.

Lá fora, a gente já vê o uso da peça em desfiles há algumas estações. Aqui no Brasil, podemos perceber um abuso da Triton em cima do modelito. Como quase tudo que volta para a moda, o cardigã sofreu algumas reformulações em seu formato e hoje podemos perceber uma certa ‘desconstrução’ do modelo, já que ele permite muitas variações. Ele fica bem se for justinho ou mais comprido, largo, com os botões desalinhados…

Os diferentes modelos se adéquam para qualquer ocasião. O legal é que ele cria um visual social e ao mesmo tempo moderno. Para o trabalho, você pode colocá-lo por cima de uma camisa social. Este mesmo look pode ser usado para um casamento, uma festa mais chique ou ocasiões que peçam um visual mais sério. Ao mesmo tempo, o cardigã pode ser muito bem combinado com uma camiseta em gola V – ou gola normal – para o dia a dia do homem, ou, se você quiser, dá para usar a peça sem nada por baixo. Claro, é preciso ter ousadia para isso.

Se você é jovem e adepto à peça, pode usá-la com calça jeans, calças cargos, calças skinnys. Qualquer modelo de calça fica ótimo acompanhado da peça. Tem gente que arrisca até uma bermuda e a peça aberta em dias meio ensolarados. Feio não fica.

Para quem gostou e quer um correndo, vá até a Triton, a Zara, a Diesel, Calvin Klein, Reserva e se delicie – mas esteja com a carteira pronta – com os vários modelos.

Se você é adepto a compras pela internet em sites internacionais, fica a dica: na Asos, opção é o que não falta.

E você, usaria um cardigã?

E o Caio?

24 anos, formado em Jornalismo pela Universidade de São Caetano do Sul. Atualmente, trabalha no núcleo de Projetos Especiais da Editora Abril.

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