14 Apr 2010

luvas, com amor

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Não pode comer e nem cumprimentar pessoas usando luvas. Também não pode colocar anéis e pulseiras. Luvas são assim, para poucos e poucas ocasiões. Não pode errar muito, mas também não pode ousar. Luva é formal, é pro frio e para aquele toque que faltava no estilo. Ou não. Cuidado, é fácil errar.

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Bom, na real, o que você tem que fazer com as suas luvas é brincar, de verdade. No frio, não tem coisa mais gostosa do que usar luvas e andar de mãos dadas. Mas tem que estar muito frio pra botar uma luva de lã. Já que está frio, aproveite para usar aquelas que cubram todo o dedo.

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Para ser um toque de estilo, você precisa usar, sempre, luvas com jaquetas. Luvas com camisetas de manga curta são para posers. É sério, não fica bacana. Eles são ótimos acessórios para você dar uma cor ao look, já que podem ser coloridas e não combinar com nada. Tá de social? Use uma luva colorida e se torne uma pessoa sociável. É sério, é um simples sinal de ‘abertura’ para as pessoas conversarem com você, já que não dá seriedade.

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Tente sempre usar uma luva com alguma roupa que possa ser aberta. Jaquetas são ideais, mesmo. Evite luvas com blusas de moletom, pois acaba ‘carregando’ a roupa e dando a impressão de ‘acabei de sair da cama e vim passear’. Uma coisa até romântica, vai?

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Antes de tudo, um pouco de cultura! Ao que se diz, as primeiras evidências do uso de gravatas ocorreu há muito tempo, quando os egípcios colocavam ao redor do pescoço das múmias uma espécie de amuleto que era conhecido como “sangue de Ísis”. Feito de ouro ou cerâmica, o objeto tinha a função de proteger o morto dos ‘perigos da eternidade’. Passa o tempo e cá estamos, em pleno 2010, usando gravatas. Além das skinnys, também recorremos à borboleta, que virou um acessório casual. Ah! Ela foi criada pelos marceneiros croatas no século 17, durante uma guerra. Nos séculos seguintes, os franceses pegaram a ideia e deram um tapa, criando o que conhecemos hoje.

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Há dois anos, era cafona. Hoje, virou tendência. Devo dizer uma coisa: pra mim, o item só deveria ser usado em ocasiões especiais, valorizadas, como festas e afins. No dia a dia – tipo ir pra balada de gravata borboleta – se torna algo forçado demais, saca? Não sei por quê, mas se vejo alguém de gravata na balada, a minha cabeça diz ‘tá querendo impressionar, mostrar que tem algum estilo’. O tiro sai pela culatra.

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Mas who the hell sou eu pra dizer alguma coisa, né? Tendência é tendência, tá aí nas ruas de todo o mundo. A galera comprou a gravata borboleta e resolveu ser feliz, abrir as asas e voar, coisa assim. Gente, vamos lá: quer usar uma gravata borboleta? Beleza, mas bota uma camisa embaixo, né? Já vi gente com camiseta e o item. Daí não culpo minha cabeça: é ca-fo-na. Precisa de gola. A gravata tem uma utilidade, ela prende a gola, não deixa a camisa abrir. Precisa de gola pólo. Precisa, precisa e precisa.

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Achou a camisa? Feche até o topo. Não dá pra deixar ‘abertinha’, tem que ser fechada mesmo, no estilo mais geek possível. Daí vai de você e do clima. Se quiser, bote um cardigã ou um sweater por cima, até uma jaqueta, mas ela tem que ser classuda, séria, quase social.

Na calça é onde mora o problema: pra mim, a gravata borboleta é um item mais sério, então não pode, por exemplo, ser usado com um jeans bag ou coisa assim. Tem que ser bonitinho, jeans skinny, reto, escuro, de preferência. Se quiser, calça social e voi là. Temos um bom look. vai de você onde que ele vai ser usado.

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Beijo!


por Felipe Luno

Um pouco geek ou chic, as gravatas skinny entram e saem de moda frequentemente. Desse modo, você não precisa se desfazer desse acessório tão útil para dar um ar mais sofisticado a um look básico e que consegue, ao mesmo tempo, deixar o acordo camisa + calça-social levemente mais despojado e jovem.  Com um bom acerto e um pouco de ousadia, elas ficam bem com quase qualquer composição, mas é preciso tomar alguns cuidados.

Hoje, você pode fugir dos tons monocromáticos. Cinza e preto não são mais as únicas cores encontradas. Há modelos coloridos e florais. Não servem para qualquer ocasião, é verdade, mas dão um tom descontraído às camisas e calças mais formais. A regra segue o bom-senso: camisa estampada ou listrada / gravata simples; camisa simples / gravata possivelmente estampada. Evite o excesso de informações.

Além das cores, há diferenças no tamanho e no comprimento. O comprimento da skinny depende da altura da sua calça e do tamanho da sua camisa.  Não é nada interessante usar uma gravata que vai além do comprimento da camisa. Gravatas skinny muito estreitas podem ficar estranhas se o resto do visual não acompanhar o tamanho. Se a camisa é justa e você é magro, é valido. Se não, esqueça. Caso você esteja um pouco acima do peso, é recomendado que evite as gravatas muito finas. Fique atento ao corte da gravata. Há o corte reto e o triangular na ponta.

Gravatas skinny pedem ternos, paletós, blazers, etc? Sim e não. Se você quer algo mais sério, certamente  caem melhor com um terno bem cortado, de cor em harmonia com a da skinny. Algo mais casual pode ser alcançado com apenas uma camisa de manga comprida, de cor clara, usada por fora da calça. Você pode virar e dobrar os punhos e até desabotoar um dos botões, como Pete Doherty usaria. Para quem quiser algo mais leve sem passar frio, há sempre o sweater com gola V. Nesse caso, a gravata sempre fica por dentro do sweater. Coletes também são uma boa opção.

Agora, quer ousar um pouco mais e tentar gravata skinny com uma camiseta? Cuidado. Comece com uma camisa pólo e, se achar que consegue sustentar, tente a camiseta. Até agora, nem famosos  mostraram bons resultados com essa combinação.

Cores sugeridas: preto, cinza, prata e bordô

Onde encontrar: No Brasil, você pode encontrar na TNG e na Zara, mas é mais fácil (e barat0)  mandar fazer em um alfaiate de sua confiança. Caso contrário, a alternativa segue pelas importadas no Mercado Livre ou direto no E-bay.

Bom, aproveitei que, pelo jeito, vocês gostaram bastante do vídeo da Riachuelo e hoje dei aquela passada rápida na C&A do shopping Iguatemi. Como era de se esperar, achei algumas roupas bacaninhas e por uns preços bons demais. Para começar, quem gosta de cueca, dê uma passada lá na parte de underwear da loja, tem umas bem bacanas e a média é de R$ 29,90.

Ignorem, novamente, a edição do vídeo. Mas esse ficou até mais profissa! =P

Calça reta cinza – R$ 69,90
Camiseta manga longa com capuz e botões na gola – R$ 69,90
Jaqueta de nylon verde – R$ 109,90
Camiseta listrada branca – R$ 29,90
Cuecas – R$ 29,90

Quando eu estava saindo, vi por lá uma bermuda de brim preto que achei bem bacana. Quase levei pra mim, mas tava com pressa – e fome. Acho que volto amanhã. É isto.

Melhorou? Ficou mais legal? Beijo!

23 Mar 2010

ai, os cintos

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Ontem eu falei das meias, hoje eu falo dos cintos. Antes, eu era daqueles que acreditava que os cintos só serviam para segurar as nossas calças. Hoje, eu os vejo com outros olhos. Olhos consumistas, claro! Alguém já reparou na importância que ele faz pra roupa? Primeiro: uma camiseta curta em uma calça sem cinto fica terrível. Os passantes ficam à mostra, a calça fica larguinha, a cintura maior…

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Antes, lá pelos anos 1900, as mulheres usavam espartilhos para definir melhor a cinturinha, mas a coisa era tão apertada que várias meninas passavam mal. Hoje, a gente tem os cintos, que, a partir de uma esperta ilusão de ótica, nos ajudam a modelar o corpo. Tá, não que a gente queira muito modelar a cintura, mas é sério: cintos são peças chaves.

É tipo regra: camiseta curta? Use um cinto. Ele dá um charme sensacional à roupa. Ela fica mais refinada, mais bem colocada, meio com um toque retrô, diferenciado. A cor do cinto, hoje, não importa. O legal é abusar dos modelos sociais, aqueles de couro em preto ou marrom, que combinam com absolutamente qualquer tipo de calça jeans.

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Para os mais ousados, hoje o mercado dá uma infinidade de modelos de cintos coloridos, com detalhes, com tachinhas (lembram da moda emo, né?). O bacana é usar mesmo, sempre, sem dó, sem pensar muito em como combinar.

A única atenção que você precisa ter é para não acabar sendo ridículo. Não aperte demais o cinto para tentar disfarçar alguma gordurinha – o efeito será o contrário. Ao mesmo tempo, não use um cinto se a sua calça vai ficar no meio do bumbum. Além de um acessório, ele tem um propósito, tá?

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Algum dia, em algum lugar, alguma pessoa resolveu dobrar as barras das suas calças e sair na rua mostrando as canelas. Virou moda. Depois o frio chegou e, com ele, às meias entraram em cena. Virou moda. Agora, o que antes era kinda brega, virou febre. O mercado das meias está com tudo e você precisa deixar as suas clássicas brancas surradas de lado. Como a cueca, hoje a meia também é importante.

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Na real, não tem muito segredo, não. Basta você ter uma calça um pouco mais apertadinha e dobrar a barra dois dedos acima do sapato. Para isso, você vai precisar de um bom estoque de meias coloridas e diversificadas. As soquetes – graças a Deus – saem de cena e deixam o lugar para as compridas, que quase chegam no joelho.

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O outono chegou e, provavelmente, a moda vai pegar por aqui também. Para o verão, também há a possibilidade de usar as meias longas e coloridas com os shorts. Bermudas, aqui, não ficam bacanas. Pra você que gosta, a American Apparel está com uma boa coleção de meias coloridas e listradinha, mas elas são um pouco caras – estão na casa dos R$ 30. A Reserva, na coleção passada, fez uma listrada preta e branca linda (me levou R$ 45 mangos). Mas já é possível perceber a tendência na Zara e em outras lojas mais baratas. Meia não é problema de encontrar, né?

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Combinação? Não, nem tem. Quanto mais diferente a meia for, melhor. Abusa aê e manda a foto pro Look do Leitor =P

Beijo!

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Menos que antes, o navy ainda está na moda. Antes de tudo, é preciso explicar a tendência; o navy é aquele estilo inspirado nas vestimentas de marinheiros e coisas marítimas. A primeira pessoa a investir neste visual foi – claro – Chanel, lá nos anos 1920, na França.

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Como cores principais, o estilo navy conta com o vermelho, azul e branco, basicamente. Ora ou outra, um pouco de cinza para dar uma apagada no look. A combinação é simples: o estilinho navy requer, sempre, algum detalhe em branco. Seja a camisa, seja o shorts, seja o sapato. Aliás, a maioria das camisetas são pólos e regatas, daquelas com a alça bem fininha, com uma firulinha listrada.

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A gente pode inserir um cachecol vermelho, um suspensório, uma camisa por dentro da calça. Para os dias mais frios, sweaters, calças retas e detalhes que fazem a diferença, tipo um blazer com corte retrô.

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As listras também caracterizam o estilo navy, tornando as combinações bastante casuais. O lema é o conforto, nada de muito apertado, nada de muito largo. Tudo muito certo. Mais do que nunca, os shorts bastante curtos estão na moda, e eles são elementos base do estilo dos marinheiros. Aquela coisa simples: shorts curto, camisa azul e um chapéuzinho na cabeça. Por fim, chinelos ou docksides. Quer hora melhor pra comprar um? Tem em todas as lojas, de todos os tecidos e cores, só você experimentar e levar.

Beijo, Caio

10 Mar 2010

from london

Londres é, pra mim, uma das maiores cidades de referência para a moda que existe atualmente. Claro, tem Paris, tem São Paulo, tem Rio, tem Salvador, tem Nova York. Existe um mundo inteiro de boas ideias, mas eu tenho uma enorme paixão pelos londrinos – mesmo nunca nem ter chegado perto do local.

Na real, a Inglaterra toda é um marco para a moda. O povo de lá possui um estilo incrível. E tudo começou ali nos Beatles, lá por 1960, com quatro caras que tinham cabelos peculiares, calças boca de sino e uma forma única de cantar e se expressar. Agora, temos aí Daniel Craig, David Beckham, Jude Law e alguns outros exemplos que sempre se destacam.

No Brasil, atualmente, a gente percebe uma grande influência da moda da Inglaterra no estilo das pessoas. Aqui, como eu sempre falo, as coisas demoram a pegar um pouco e, mesmo quando pegam, ainda sofremos um certo preconceito – quem é que nunca sentiu estar sendo olhado atravessado por alguma mãe na rua? Pois é.

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Sim, podemos nos vestir iguais à eles. É fácil, na verdade, e a gente já encontra as roupas em várias lojas. Começamos pelas calças coloridas; a banda Cine é um ótimo exemplo (ok, não ótimo exemplo, mas um bom exemplo fashionista). Os caras abusam das cores e nos remetem à tendência clubber, febre nos anos 1990, e criam visuais que, sem querer, acabam chamando muito a atenção devido à forte expressão nas peças.

Camisa xadrez também é uma peça que pegou lá bem antes do que aqui. Aliás, qualquer peça xadrez pegou lá fora antes daqui. Os ingleses adoram vestir camisetas sobrepostas, calças skinnys, tênis de cano alto, cintos coloridos, docksides e shorts. Sim, shorts, daqueles curto, daqueles bonitos, ousados, mas que nem todo mundo pode usar, né?

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Os cardigãs são, também, peças características do estilo inglês. Dos mais básicos aos mais coloridos, eles completam qualquer look (e o melhor; eles servem para o verão, o inverno, as meias estações…). O ‘london style’ é uma coisa mais para meninos magérrimos, que usam as roupas apertadas e que não se sentem mal com isto. Camisas sociais misturadas com peças casuais também são opções. Bolsas… só se fala disto. É um must.

Enfim. Não é preciso ir para Londres para se vestir bem. A gente tem, hoje, uma ótima quantidade de lojas produzindo roupas que, se não são iguais, podem ser adaptadas. Lojas de fast fashion, mesmo. Olhem a última coleção da Renner e da C&A. São básicas, mais baratas, mas com roupas bacanas. Uma ótima escolha – sempre – é a Zara, que traz as roupas lá de fora para vender aqui. As calças apertadas, coloridas, saruéis, as blusas mais bacanas, brilhantes e afins podem ser encontradas lá.

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Para quem gosta dos shortinhos, das coisas coloridonas, das camisetas com gola V profunda, correr para a American Apparel é um tiro certeiro. Apesar de caras, as roupas são bacanas e únicas. Brechós e o guarda-roupas do papai são, também, visitáveis.

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Não preciso nem dizer que sou grande fã de Londres e das pessoas de lá, né? Sempre falo; se eu morrer sem conhecer a cidade, morro triste. Agora é juntar grana pra voar =p

Beijo, Caio =)

E o Caio?

24 anos, formado em Jornalismo pela Universidade de São Caetano do Sul. Atualmente, trabalha no núcleo de Projetos Especiais da Editora Abril.

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